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Certificado de Passagem pela linha equatorial na viagem para o Brasil

Os Proprietários do Navio Argentina Maru, Oosaka Shosen, distribuíram fotos do navio deixando o último porto no Japão e um Certificado de Passagem pela Linha do Equador para cada uma das famílias a bordo. Uma grande festa era organizada para comemorar o momento da passagem pela linha do Equador. O Sr. Hideki Sugishima tinha conservado com carinho esse certificado e outras fotos da época. O certificado foi emprestado ao nosso site.
Cartão Postal que retrata o Aruzentina Maru

Aruzentina Maru pintado por Yanagihara

Maquete do Aruzentina Maru oferecida por Atsuhiko Sato, de Kobe

Outro ângulo do Aruzentina Maru (tirada em Kobe, maio de 1958)

O Laçador, símbolo de Porto Alegre

Conhecendo um pouco da cidade de Porto Alegre
Com uma população de quase 1 milhão e 300 habitantes, Porto Alegre é a capital do Rio Grande do Sul. É também a cidade que meus pais escolheram para viver aqui no Brasil e onde eu nasci. A cidade é composta por descendentes de 25 etnias, mas principalmente imigrantes que vieram da Europa, como Portugal, Itália e Alemanha. A colônia japonesa é pequena e não é fácil de convencer as pessoas de que sou gaúcha. A imagem que a maioria das pessoas têm é de que o estado inteiro é populado por Giseles Bündchens.
Porto Alegre foi fundada em 1752, com a chegada de imigrantes açorianos e era chamada, inicialmente de Porto dos Casais. A cidade tem um alto nível qualidade de vida, com 91% da população alfabetizada e expectativa de vida de 71 anos. Com o Rio Guaíba formando suas fronteiras ao oeste, a cidade tem orgulho de seu pôr-do-sol. Com clima subtropical úmido, as quatro estações são bem definidas e é possível aproveitar o friozinho do inverno para acender lareiras e tomar um bom vinho.

Venha conhecer Porto Alegre.

Yayoi E. Wada

Envie fotos de sua cidade natal!
Kasato Maru, o primeiro navio a trazer imigrantes japoneses para o Brasil em 1908

Hawai Maru 1930

Saburou Sakamoto, sobrevivente do Hawai Maru

Bandeira cheia de lembranças

Encontrada durante viagem de visita aos imigrantes de Tomeaçu
Entre os dias 16 e 21 de janeiro de 2002, durante viagem a Belém, passando pelas colônias japonesas de Tomeaçu, Castanhal e Abaetetuba, meu pai encontrou uma bandeira que lhe trouxe muitas recordações. A sua assinatura é a maior e se destaca. A bandeira faz parte do acervo do Museu da Imigração do Centro Cultural de Tomeaçu.
Estátua comemorativa a Imigração Japonesa, erigida em Santos

Colônia japonesa de Pacaembu, interior de SP, há 58 anos

Itaimbezinho, um dos cânions que faz parte do Parque Nacional de Aparados da Serra, no Rio Grande do Sul

Família IDE na festividade de 40 anos da colônia de Guatapara

Legenda da foto

Atrás:
Erika Fusse (de blusa vermelha)
Juliana Bersi (de blusa cor de rosa, loira)
Adriana Akemi Fusse (de blusa com flores azul)
Ronaldo Yoshinobu Fusse (de camisa azul)
Gerson Yoite Fusse (de camisa verde)
Toshiko Ide Fusse (de blusa branca com blazer cinza, a última mulher da direita)

Na frente:
Tsuyoshi Fusse (de camisa branca e óculos, perto da Erika)
Anita Mina Ide (de camiseta preta com bolsa)
Katsuichi Ide (de camisa branca, gravata e óculos)
Hajime Ide (de camisa branca, último homem da direita)
Irmãos Tani no Ijyuu Center de Kobe há quarenta e um anos

Foto tirada no Ijyuu Center de Kobe, antes do embarque em 1962

O estatua da Imigracao japonesa em Santos

Takashi Fukushima e sua obra

Biografia do artista:

Takashi Fukushima nasceu em São Paulo, em 1950, filho do pintor Tikashi Fukushima. Estudou com Luiz Paulo Baravelli em 1970 e, no mesmo ano, ingressou na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Paralelamente aos estudos universitários, participou das Bienais Internacionais de São Paulo em 1973 e 1975, obtendo, na última, prêmio aquisição. Participou de várias edições do Salão Paulista de Artes Plásticas, sendo premiado em 1976 e 1987. Também em 1987, foi responsável pela concepção visual e os cenários da peça Pássaro do Poente, com o Grupo Ponkã, recebendo, no ano seguinte, os prêmios Apetesp, Mambembe, Molière e Revelação APCA. Em 1990 estudou na Universidade Nacional de Artes e Música de Tokyo, com bolsa concedida pela Fundação Japão. No mesmo ano, recebeu o prêmio de excelência na 1ª Bienal Brasileira de Design, em Curitiba. Em 1991, recebeu menção honrosa no 6º prêmio Museu da Casa Brasileira, São Paulo. Em 2001 obteve o título de mestre em estruturas ambientais urbanas na FAU/USP, sob orientação de Issao Minami, iniciando no mesmo ano tese de doutoramento. Desde 1992 leciona desenho no curso de arquitetura e urbanismo da Faculdade de Belas Artes de São Paulo.

Um dos trabalhos de Yutaka Toyota

Pequena biografia do artista:

Yutaka Toyota, nascido em Tendo, no Japão, em 1931, se naturalizou brasileiro em 1968. Pintor, escultor, desenhista e cenógrafo, Yutaka estudou na Universidade de Arte de Tokyo, entre 1950 e 1954. Trabalhou no Instituto de Pesquisas Industriais, em Shizuoka até 1957 e no ano seguinte se mudou para São Paulo, fazendo parte do Grupo Seibi. Viveu em Milão (Itália), entre 1965 e 1968 e entrou em contato com Bruno Munari e Lúcio Fontana.

Alguns de seus trabalhos incluem:
Projeto e execução de painel de cimento armado com ferro para jardim, a convite do Museu Pagani.
Projeção e execução de esculturas para a Traça da Sé e para o Hotel Maksoud Plaza, em São Paulo, no fim da década de 70.
Esculturas em parques públicos, a convite do MAM/Yamagata e da Rádio e Televisão NHK, em Tendo.
Nos anos 80, projetou e executou esculturas para o jardim da Faap e para o Museu de Arte Brasileira, em São Paulo; para a Praça Sarah Kubitschek em Brasília; para o Ginásio de Esportes da Cidade de Amarume (Japão); e para os hotéis Mofarrej Sheraton, de São Paulo, e Jequitimar, de Guarujá SP.
A partir de 1963, se tornou presença constante na Bienal Internacional de São Paulo, recebendo o Prêmio Banco de Boston/Aquisição - Itamarati, na 10ª Bienal, em 1969.
Recebeu o Prêmio Medalha de Ouro, no 12º Salão Paulista de Arte Moderna, em 1963.
Participou da 2ª Bienal Nacional de Artes Plásticas, em Salvador, em 1968, e recebeu o Prêmio Governo do Estado.
Entre 1972 e 1988, participou de várias edições do Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP.
Foi artista convidado, membro do Júri e da comissão de Artes Plásticas do 29º Salão Bunkyo, na Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa, em 2000.
Em 1979, recebeu a Medalha de Konju-Hosho, outorgada pelo primeiro-ministro do Japão.
Em 1981, recebeu a Medalha do Cavaleiro da Ordem do Mérito.
Foi eleito Melhor Escultor de 1990, pela Associação Paulista dos Críticos de Arte.

Naoto Kondo e Giamni Toyota

O Internacional é Bi-Canpeão Gaúcho em 2003

Yoshino Mabe e Rafael Jun Mabe estiveram representando os artistas Manabu e Yugo Mabe

Obra de Manabu Mabe

Obras de Bin Kondo que foram expostas na coletiva

Aruzentina Maru saindo de Kobe em 1962

Logo depois da foto anterior (talvez uns 10 segundos mais tarde) temos outra foto tirada do mesmo ângulo, oferecida pelo Sr. Nobuyuki Hirono, tripurante do navio Argentina Maru.
Aruzentina Maru saindo de Kobe em 1962

Aruzentina Maru saiu do porto de Kobe no dia 2 de março de 1962, trazendo a bordo 681 imigrantes para Brasil, Bolívia, Argentina e Paraguai.
Já se passaram mais de 40 anos desde sua chegada em Santos no dia 11 de maio daquele ano, início da nossa saga e história de imigrantes.


Lançamento de Aruzentina Maru nos estaleiros Mitsubishi em Kobe (1958).

Fechamento de Consulado preocupa nikkeis do Sul

A comunidade nipo-brasileira do Rio Grande do Sul está preocupada com o possível fechamento do Consulado Geral de Porto Alegre, Rio Grande do Sul.

O Consulado é responsável pelo atendimento direto de dois mil japoneses e cerca de quatro mil descendentes que vivem na região de Porto Alegre e de Santa Catarina.

A notícia do encerramento das atividades tem causado preocupação tanto por parte da população e dos políticos.

O deputado federal Hidekazu Takayama (PMDB-PR), pediu ao embaixador do Japão no Brasil, Takahiko Horimura, para que seja tomada alguma atitude junto ao governo japonês para que o consulado não seja fechado. A justificativa foi o auxílio à comunidade local. “Falar em fechar o Consulado é como jogar um `balde de água fria´ no entusiasmo da comunidade, que vem preparando uma grande festa para comemorar o centenário da imigração japonesa no Brasil.

Fora isso, temos o impacto negativo para o fortalecimento dos dois países”, defende.

Além disso a Frente entregou um ofício endereçado ao deputado japonês Ryutaro Hashimoto, solicitando ajuda ao consulado.

O possível fechamento está provocando ainda uma mobilização da comunidade nipo-brasileira dos dois Estados - RS e SC - com o apoie das Assembléias Legislativas, associações comerciais universidades e do próprio governo gaúcho, onde estão sendo colhidas assinaturas de apoio à permanência do consulado na região.

Um dos motivos alegados para encerrar as atividades são o enfraquecimento das atividades consulares na contramão do fortalecimento de outras comunidades asiáticas r corno as chinesas e taiwanesas.

Segundo o cônsul geral de Porto Alegre Kouhei Nagashima, os indícios levam a crer que o Consulado vá mesmo fechar suas portas, mas com as iniciativas em prol da entidade, ele ainda tem esperança por alguma mudança.


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